A dor assumida com espírito cristão leva a uma oferta mais generosa, gera os santos e se torna uma benção.
quarta-feira, 9 de abril de 2014
terça-feira, 8 de abril de 2014
Ensaio para o ODJ - Ofício Divino da Juventude
A juventude da Paróquia Santa Marta por meio da coordenação da PJ, está empenhada nos ensaios do ODJ - Ofício Divino da Juventude. O ODJ é uma forma de rezar a partir da realidade concreta das diversas realidades da juventude contemplada e lida como realidade divina e teológica. Cultivar a espiritualidade que anima a caminhada com roteiros ou com ritos que nos colocam em sintonia com o Deus de Jesus. Uma espiritualidade que une fé e vida. Uma espiritualidade alimentada na história do povo de Deus.Este é o objetivo do Ofício Divino da Juventude.
PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE
Procure unir irmãos com irmãos, remover o que possa diminuir a unidade, você será um construtor de paz, abençoado por Jesus Cristo.
sábado, 5 de abril de 2014
LITURGIA DOMINICAL
LITURGIA DO DOMINGO - 06 DE ABRIL
Roxo. 5º Domingo da Quaresma
1ª Leitura - Ez 37,12-14
Salmo - Sl 129,1-2.3-4ab.5-6.7-8 (R.7)
2ª Leitura - Rm 8,8-11
Evangelho - Jo 11,1-45
Salmo - Sl 129,1-2.3-4ab.5-6.7-8 (R.7)
2ª Leitura - Rm 8,8-11
Evangelho - Jo 11,1-45
PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE
- O Bem que nasce da dor por graça de Deus, pode se tornar um bem maior.
sexta-feira, 4 de abril de 2014
HOMILIA DO PAPA FRANCISCO
O Papa Francisco nos diz: temos que rezar como quem fala com um amigo
O Santo Padre nos convida a rezar como Moisés, falando cara a cara com Deus, e nos lembra que a oração muda o nosso coração
A oração é uma luta com Deus, travada com liberdade e insistência, como um diálogo sincero com um amigo. Este é o tipo de oração que muda o nosso coração, porque nos faz saber melhor como Deus é realmente. Esta foi a ideia central do Santo Padre na homilia desta quinta-feira, na missa celebrada na Casa Santa Marta.
Francisco recordou o diálogo de Moisés no monte Sinai, quando Deus quis castigar o seu povo por ter criado um ídolo: o bezerro de ouro. E Moisés rezou com força para que o Senhor “repensasse”. "Esta oração é uma verdadeira luta com Deus. E Moisés fala livremente diante do Senhor e nos ensina como rezar, sem medo, livremente, e com insistência. Moisés insiste. É valente. A oração também tem que ser um 'negociar com Deus', com 'argumentações'", afirmou o papa. Moisés acaba convencendo Deus: a leitura nos diz que "o Senhor se arrependeu do mal com que tinha ameaçado o seu povo". Mas, perguntou o Santo Padre, "quem foi que mudou mesmo? Nosso Senhor mudou? Eu acho que não".
Francisco explicou: "Quem mudou foi Moisés, porque Moisés achava que Deus ia fazer aquilo, que Deus ia destruir o seu povo, e ele procura, na sua memória, a lembrança do quanto Deus tinha sido bom com o seu povo, como o tinha livrado da escravidão no Egito e levado para uma terra prometida. E, com esses argumentos, ele tenta ‘convencer’ a Deus, mas, neste processo de reflexão, é ele quem reencontra a memória do seu povo, é ele quem encontra a misericórdia de Deus. E Moisés, que tinha medo, medo que Deus fizesse aquilo, no fim desce do monte com algo grandioso no coração: nosso Deus é misericordioso! Deus sabe perdoar. Deus pode ‘voltar atrás’ nas suas decisões. É um Pai".
Francisco observou que Moisés sabia de tudo isso, "mas sabia mais ou menos obscuramente; e na oração, ele reencontra [essa sabedoria]. É isto o que a oração faz em nós: ela muda o nosso coração".
O Santo Padre completou: "A oração muda o nosso coração. Ela nos faz entender melhor como é o nosso Deus. Mas por isso é importante falar com Ele não com palavras vazias; Jesus diz: 'não como fazem os pagãos'. Não, não. Falar com a realidade: 'Olha, Senhor, eu tenho este problema, na família, com o meu filho, com isso, com aquilo... O que é que eu posso fazer? Mas olha, você não pode me deixar assim'! Isto é oração! Mas essa oração exige muito tempo! Sim, ela exige tempo".
Ela exige o tempo de que se precisa para conhecer melhor a Deus, o tempo necessário para conhecer melhor um amigo. E a bíblia nos diz que Moisés rezava a Deus do jeito que um amigo fala com outro. "A bíblia diz que Moisés falava com o Senhor cara a cara, como um amigo. É assim que a oração tem que ser: livre, insistente, com argumentações. E também repreendendo um pouco a Deus: 'Mas você me prometeu isto, Senhor, e isto você não fez...'. Desse jeito mesmo, do jeito que se fala com um amigo. Abrir o coração nessa oração. Moisés desceu do monte revigorado. 'Eu conheci melhor o Senhor', e, com essa força que a oração tinha lhe dado, ele retoma o seu trabalho de levar o povo rumo à terra prometida. Porque a oração revigora, revigora. Nosso Senhor dá a graça para todos, porque rezar é uma graça".
Para terminar, o papa disse que em cada oração está presente o Espírito Santo: não podemos rezar sem Ele, porque é Ele quem reza em nós, é Ele quem nos ensina a dizer “Deus Pai”. Por isso, o papa Francisco nos convidou a pedir ao Espírito Santo que "Ele nos ensine a rezar, assim como Moisés rezou: a negociar com Deus, com liberdade de espírito e coragem. Que o Espírito Santo, que está sempre presente em nossa oração, nos conduza por esse caminho".
CIDADE DO VATICANO, 03 de Abril de 2014 Fonte: (Zenit.org)
quinta-feira, 3 de abril de 2014
PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE
As dores mais profundas e mais agudas tornam as alegrias mais altas e mais santas. (São Luís Orione)
quarta-feira, 2 de abril de 2014
Canonização do Padre José de Anchieta
Pe. José de Anchieta, S.J. será canonizado nesta quarta-feira.
O Papa Francisco o declarará santo por meio da firma de um decreto. Todos os sinos tocarão na arquidiocese de São Paulo e em Tenerife em sinal de júbilo.
A canonização será feita por meio de um decreto que o Santo Padre vai assinar durante audiência com o Cardeal Ângelo Amato, Prefeito da Congregação para as Causas dos Santos – departamento da Cúria Romana que acompanha os processos de Beatificação e Canonização.
Para celebrar a Canonização do Padre Anchieta, o Cardeal Odilo Scherer solicitou aos padres da Arquidiocese de São Paulo que toquem os sinos de suas igrejas no próprio dia 2, às 14h, durante 5 minutos. Na Catedral da Sé e no Pateo do Collegio (local em que o Padre Anchieta, com outros missionários jesuítas, iniciou a vila que se transformaria na maior capital do país), além do toque dos sinos, serão expostos dois banners grandes com a imagem do novo santo.
Segue a progração da Canonização do Padre José de Anchieta
2 de abril – Dia da Canonização do Padre Anchieta
14h – Repicar dos sinos em todas as igrejas da Arquidiocese de São Paulo, durante 5 minutos
14h30 – Entrevista coletiva à imprensa com o Cardeal Scherer (Pateo do Collegio)
18h – Celebração de louvor e ação de graças, presidida pelo Cardeal Scherer (Catedral da Sé)
19h30 – Celebração de louvor e ação de graças, presidida pelo Cardeal Scherer (Pateo do Collegio)
Fonte: zenit.org
PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE
Deus perdoa muitas coisas por uma obra de misericórdia. (São Luís Orione)
terça-feira, 1 de abril de 2014
PENSAMENTOS DE DOM ORIONE
Gentileza sem virtude é mentira, um dia será sempre desmentida. (São Luís Orione)
Dom Orione, canonizado em 16 de maio de 2004. Fundador da congregação religiosa Pequena Obra da Divina Providência - PODP, dos padres, eremitas, irmãos, irmãs e institutos para leigos consagrados no amor a Jesus Cristo no serviço da caridade e evangelização através das obras de caridade.
Homilia do papa: Francisco alerta sobre os cristãos errantes
O Santo Padre nos pede confiar nas promessas de Deus
Não vagar sem rumo pela vida, nem sequer pela vida do espírito: caminhar rumo à meta de um cristão significa seguir as promessas de Deus, que nunca nos decepcionam. Este foi o ensinamento que o papa Francisco extraiu das leituras da missa de segunda-feira, 31 de março, e apresentou em sua homilia na capela da Casa Santa Marta na Cidade do Vaticano.
Há cristãos que confiam nas promessas de Deus e as seguem ao longo da vida. Há outros cuja vida de fé fica estancada. Outros ainda têm a certeza de estar progredindo, mas, na verdade, só fazem “turismo existencial”. O papa distinguiu três tipos de crentes, que têm como comum denominador o fato de saberem que a vida cristã é um percurso, mas que divergem no modo de segui-lo ou que não o seguem de forma nenhuma.
Inspirando-se na passagem de Isaías, da primeira leitura, Francisco explicou que Deus sempre “promete antes de pedir”. E acrescentou que a promessa de Deus é a de uma vida nova, de uma vida de alegria. Este é “o fundamento principal da virtude da esperança: confiar nas promessas de Deus”, sabendo que Ele jamais “decepciona”, já que a essência da vida cristã é “caminhar rumo às promessas”.
Há também os cristãos que sofrem “a tentação de parar”: “Há tantos cristãos parados! Tantos que têm uma esperança frágil! Eles acreditam, sim, que existe o céu e que tudo vai dar certo. É bom que eles acreditem, mas eles não vão atrás! Cumprem os mandamentos, os preceitos: tudo, tudo… Mas ficam parados. Nosso Senhor não pode transformá-los em fermento no povo, porque eles não caminham. E isto é um problema: os cristãos parados. Depois, há outros que erram de caminho: todos nós, de vez em quanto, erramos de caminho, já sabemos disso. O problema não é errar de caminho; o problema é não voltar atrás quando nos damos conta”.
O modelo de quem crê e segue o que a fé indica é o funcionário do rei descrito no Evangelho, que pede a Jesus a cura de um filho doente e não duvida nem mesmo por um instante em ir para casa quando o Mestre lhe assegura que o pedido já está atendido. Oposto a esse homem, afirmou o Santo Padre, temos o grupo “talvez mais perigoso”, o daqueles que “enganam a si mesmos: os que caminham, mas não seguem o caminho”.
“São os cristãos errantes: eles dão voltas e mais voltas, como se a vida fosse um turismo existencial, sem meta, sem levar as promessas a sério. Aqueles que dão voltas e se enganam, porque dizem: ‘Eu estou caminhando!’. Não, você não está caminhando: você está só dando voltas. Os errantes… Nosso Senhor nos pede para não parar, para não errar de caminho e não ficar dando voltas pela vida. Dar voltas pela vida... Ele nos pede para olhar para as promessas, para irmos em frente como aquele homem: aquele homem acreditou na palavra de Jesus! A fé nos coloca no caminho das promessas. A fé nas promessas de Deus”.
“Nossa condição de pecadores nos faz errar de caminho”, reconheceu o pontífice, que, porém, assegurou que “nosso Senhor sempre nos dá a graça de voltar”.
“A quaresma é um tempo bonito para pensar se eu estou no caminho ou se eu estou quieto demais. Converta-se! Ou se errei de caminho. Mas vá se confessar e retome o caminho. Ou se eu sou um turista teologal, que passeia pela vida, mas nunca dá um passo para frente. E peço ao Senhor a graça de retomar o caminho, de me colocar a caminho, rumo às promessas”.
Fonte: zenit.org
segunda-feira, 31 de março de 2014
domingo, 30 de março de 2014
ACONTECEU: ACIES - FESTA CENTRAL DA LEGIÃO DE MARIA
Festa da Acies
Neste domindo, (30) de março, realizou-se na comunidade São Pedro, a Festa da Acies, grande solenidade do ano, a festa central da Legião de Maria. Na Festa da Acies, os soldados de Maria tem a oportunidade de renovarem a sua consagração a Nossa Senhora, consagrando-se individualmente a serem verdadeiros servos de Deus, com o auxílio e as bençãos de Nossa Senhora.
Legião é uma palavra latina que significa um exército em ordem de batalha, designa com razão, a cerimônia em que os legionários, como um só corpo, se reúnem para renovar a sua fidelidade a Maria, Rainha da Legião, e dela receber a força e a benção para um novo ano de combate contra o exército do mal.
Celebra-se esta festa no dia da Imaculada Conceição (25 de março), ou em outro dia conveniente, nas proximidades desta data. Nesta data lembramos o anúncio e convite do anjo Gabriel a Virgem Maria, a qual daria a luz ao nosso Deus e Salvador Jesus Cristo, onde, imediatamente, Maria em sua majestade humildade disse: "Eis aqui a serva do Senhor, faça-se em mim segundo a vossa palavra"(Lc 1,38). Por Adilson
sábado, 29 de março de 2014
Reflexão da Liturgia Dominical
SE NOS É OFERECIDO A LUZ, PORQUE VIVER NAS TREVAS?
DIA 30 de Março de 2014
Evangelho - Jo 9,1-41
Neste quarto domingo da quaresma, já podemos alargar um pouco mais os nossos passos, passar de uma percepção ingênua, para uma visão clara da vontade de Deus.
Aprendemos muito nesta nossa caminhada de preparação para a Páscoa, mas ainda há muito que aprender, afinal temos uma missão muito importante pela frente: dar continuidade à missão de Jesus aqui na terra.
A realização plena do homem continua sendo a prioridade de Deus, Ele provou isto, investindo alto no resgate deste bem que lhe é precioso, permitindo que o seu Filho pagasse com a vida o preço da nossa liberdade. “É PARA LIBERDADE QUE CRISTO NOS LIBERTOU.”
No evangelho do domingo passado, Jesus, no encontro com uma samaritana, se apresenta como a água viva que sacia a nossa sede. Neste domingo, Ele se apresenta como a luz libertadora, ao devolver a visão a um cego de nascença!
Enquanto caminhava com seus discípulos, Jesus vê um cego de nascença e se aproxima dele. E como naquela época, a ideia religiosa dominante, induzia as pessoas acreditarem que o sofrimento, a doença, era castigo de Deus, uma conseqüência do pecado, os discípulos ficaram curiosos em saber quem havia pecado, o cego, ou os seus pais? Jesus que gostava de aproveitar todas as oportunidades para passar um ensinamento novo, corrige esse modo errôneo de pensar, que tinha como objetivo, não deixar que as pessoas enxergassem a realidade opressora em que viviam.
Pensar que Deus castiga os seus filhos com doenças é negá-Lo como Pai, um pai nunca quer para seu filho uma vida de sofrimento. Deus é puro amor, Ele não castiga ninguém, a doença, o sofrimento, faz parte da nossa natureza humana, não vem de Deus.
Ao libertar o cego das correntes que o aprisionava, Jesus nos mostra o para quê Ele veio ao mundo. Jesus não veio ao mundo com finalidade de realizar milagres, os milagres aconteciam devido a sua sensibilidade diante os sofredores. Jesus veio ao mundo para libertar os cativos e nos ensinar a fazer o mesmo, Ele veio nos ensinar com a própria vida, o caminho que devemos percorrer, se quisermos chegar ao coração do Pai, um caminho, que com certeza, passa pela cruz.
A presença de Jesus pela nossa vida é transformadora, quebra as correntes que nos aprisiona, tira-nos da escuridão das trevas, nos desenvolvendo a liberdade. Com Jesus tudo ganha um significado novo, sua presença é provocante, iluminadora, assim como foi para o cego de nascença!
Dor, sofrimento, não devem nos impedir de aproximar da luz ! Nada justifica viver na escuridão, se temos um interruptor bem ao nosso alcance, só nos basta um pequeno movimento para que a Luz de Cristo incendeia em nós.
O episódio que marcou a cura de um cego de nascença, vem nos acordar para um realidade bem próxima de nós: os muitos irmãos que vivem nas trevas! Uns, por que ainda não conheceram a Luz, outros, porque rejeitam a Luz, preferem as trevas, para que as suas ações não sejam vistas.
O cego de nascença, representa todos aqueles que vivem na escuridão, que são os prisioneiros de tantas cadeias que os impede de chegarem à plenitude da vida.
E nós, como estamos vivendo? Estamos à caminho da "piscina" de “Siloé” com o propósito de retirar a "lama" dos nossos olhos, que nos impede de enxergar a verdade que liberta? Ou preferimos continuar na ingenuidade, tateando por aí, com os nossos olhos vendados, correndo o risco de cairmos em "piscinas" vazias?
Qual é o Jesus que queremos enxergar? Um Jesus bonzinho, quietinho lá no céu, sem nos “incomodar”? Se assim for, perdemos a oportunidade de fazer a experiência do Jesus verdadeiro, o Jesus que “incomoda”, que nos desinstala , que quer nos ver á caminho, carregando a nosso cruz, estendendo a mão para os “cegos” das beiras de caminho!
Jesus nos convida a um processo de renovação, a deixarmos tudo que nos escraviza, que nos impede de aproximar da luz!
Não podemos viver na incerteza, como aquele povo que questionou a cura do cego, que alegou ser uma infração contra à lei, por ter sido realizada num dia de sábado, como se para fazer o bem houvesse dia e hora. Precisamos abrir os nossos olhos para discernir o que é de Deus e o que é contrario a Ele.
Que possamos neste tempo Quaresmal, nos banhar por inteiros, na piscina de "Siloé" e de lá, sairmos limpos, renovados, prontos para assumirmos a nossa missão.
Jesus, a luz libertadora, nos convida a renunciar tudo o que gera “trevas”.
FIQUE NA PAZ DE JESUS!
Olívia Coutinho Fonte: http://liturgiadiariacomentada2.blogspot.com.br/
sexta-feira, 28 de março de 2014
LEMBRETE: HOJE ÚLTIMA SEXTA FEIRA DO MÊS TEMOS REUNIÃO DO CPP DA PARÓQUIA SANTA MARTA
Hoje, sexta-feira, 28 de março, logo mais ás 19h30 horas na paróquia Santa Marta temos reunião do CPP. Todos os líderes de pastoral, movimento, serviço e grupo estão convocados.
GRUPO JOVEM J.E.S.U.S COMEMOROU 12 ANOS DE EXISTÊNCIA
O grupo de jovens J.E.S.U.S da Comunidade Nossa Senhora das Graças, área urbana, comemorou no dia 23 de março seus 12 anos de existência. Os jovens foram para um sítio para celebrar, rezar e confraternizar louvando e agradecendo a Deus por tantas maravilhas e ao mesmo tempo buscando forças e unidade para se fortalecerem na caminhada cristã. Leomar, coordenador de grupo, conduziu o momento de oração e reflexão com animação e dinâmica onde todos interagiram. Os jovens refletiram sobre os males, pecados sociais e pessoais que dificultam a caminhada de grupo e a vida da juventude. A celebração se estendeu durante todo o dia através de banho de rio, almoço, esporte e partilha do bolo. Deus abençoe a juventude da comunidade Nossa Senhora das Graças. Viva J.E.S.U.S. Viva os jovens. Parabéns ao grupo pelos 12 anos de missão. Força, fé, amor, perseverança e paz.quinta-feira, 27 de março de 2014
ENCONTRO PARA NOIVOS 30/03/2014
CONVITE
No dia 30 de março de 2014 (domingo), a Pastoral Familiar estará realizando o
I Encontro para Noivos deste ano na Paróquia Santa Marta, com início às 08:00 horas.
O que Deus uniu o Homem não separa!
PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE
A raiz do mal encontra-se na vaidade, na leviandade, no espírito de contradição.
Na falta de amor...
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