segunda-feira, 2 de junho de 2014

“Comunicação a serviço de uma autêntica cultura do encontro”

O 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais celebrado em 1º de junho, no domingo da Festa da Ascensão do Senhor trouxe a mensagem do papa Francisco cujo tema é “Comunicação a serviço de uma autêntica cultura do encontro”. 
Na mensagem deste ano, o papa Francisco fala do uso das novas tecnologias para o diálogo e aproximação entre as pessoas. “Neste mundo, os meios de comunicação podem ajudar a sentir-nos mais próximos uns dos outros; fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para com a vida mais digna para todos”, disse o papa. Com adaptações. Fonte: In: am730.com.br  e a12.com 





Mensagem do Papa Francisco para o 48º Dia Mundial das Comunicações Sociais
Queridos irmãos e irmãs,
Hoje vivemos num mundo que está a tornar-se cada vez menor, parecendo, por isso mesmo, que deveria ser mais fácil fazer-se próximo uns dos outros. Os progressos dos transportes e das tecnologias de comunicação deixam-nos mais próximo, interligando-nos sempre mais, e a globalização faz-nos mais interdependentes. Todavia, dentro da humanidade, permanecem divisões, e às vezes muito acentuadas. A nível global, vemos a distância escandalosa que existe entre o luxo dos mais ricos e a miséria dos mais pobres. Frequentemente, basta passar pelas estradas duma cidade para ver o contraste entre os que vivem nos passeios e as luzes brilhantes das lojas. Estamos já tão habituados a tudo isso que nem nos impressiona. O mundo sofre de múltiplas formas de exclusão, marginalização e pobreza, como também de conflitos para os quais convergem causas económicas, políticas, ideológicas e até mesmo, infelizmente, religiosas.
Neste mundo, os mass-media podem ajudar a sentir-nos mais próximo uns dos outros; a fazer-nos perceber um renovado sentido de unidade da família humana, que impele à solidariedade e a um compromisso sério para uma vida mais digna. Uma boa comunicação ajuda-nos a estar mais perto e a conhecer-nos melhor entre nós, a ser mais unidos. Os muros que nos dividem só podem ser superados, se estivermos prontos a ouvir e a aprender uns dos outros. Precisamos de harmonizar as diferenças por meio de formas de diálogo, que nos permitam crescer na compreensão e no respeito. A cultura do encontro requer que estejamos dispostos não só a dar, mas também a receber de outros. Os mass-media podem ajudar-nos nisso, especialmente nos nossos dias em que as redes da comunicação humana atingiram progressos sem precedentes. Particularmente a internet pode oferecer maiores possibilidades de encontro e de solidariedade entre todos; e isto é uma coisa boa, é um dom de Deus.
No entanto, existem aspectos problemáticos: a velocidade da informação supera a nossa capacidade de reflexão e discernimento, e não permite uma expressão equilibrada e correcta de si mesmo. A variedade das opiniões expressas pode ser sentida como riqueza, mas é possível também fechar-se numa esfera de informações que correspondem apenas às nossas expectativas e às nossas ideias, ou mesmo a determinados interesses políticos e económicos. O ambiente de comunicação pode ajudar-nos a crescer ou, pelo contrário, desorientar-nos. O desejo de conexão digital pode acabar por nos isolar do nosso próximo, de quem está mais perto de nós. Sem esquecer que a pessoa que, pelas mais diversas razões, não tem acesso aos meios de comunicação social corre o risco de ser excluído.
Estes limites são reais, mas não justificam uma rejeição dos mass-media; antes, recordam-nos que, em última análise, a comunicação é uma conquista mais humana que tecnológica. Portanto haverá alguma coisa, no ambiente digital, que nos ajuda a crescer em humanidade e na compreensão recíproca? Devemos, por exemplo, recuperar um certo sentido de pausa e calma. Isto requer tempo e capacidade de fazer silêncio para escutar. Temos necessidade também de ser pacientes, se quisermos compreender aqueles que são diferentes de nós: uma pessoa expressa-se plenamente a si mesma, não quando é simplesmente tolerada, mas quando sabe que é verdadeiramente acolhida. Se estamos verdadeiramente desejosos de escutar os outros, então aprenderemos a ver o mundo com olhos diferentes e a apreciar a experiência humana tal como se manifesta nas várias culturas e tradições. Entretanto saberemos apreciar melhor também os grandes valores inspirados pelo Cristianismo, como, por exemplo, a visão do ser humano como pessoa, o matrimónio e a família, a distinção entre esfera religiosa e esfera política, os princípios de solidariedade e subsidiariedade, entre outros.
 
"Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro?... Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador". 
Então, como pode a comunicação estar ao serviço de uma autêntica cultura do encontro? E – para nós, discípulos do Senhor – que significa, segundo o Evangelho, encontrar uma pessoa? Como é possível, apesar de todas as nossas limitações e pecados, ser verdadeiramente próximo aos outros? Estas perguntas resumem-se naquela que, um dia, um escriba – isto é, um comunicador – pôs a Jesus: «E quem é o meu próximo?» (Lc 10, 29 ). Esta pergunta ajuda-nos a compreender a comunicação em termos de proximidade. Poderíamos traduzi-la assim: Como se manifesta a «proximidade» no uso dos meios de comunicação e no novo ambiente criado pelas tecnologias digitais? Encontro resposta na parábola do bom samaritano, que é também uma parábola do comunicador. Na realidade, quem comunica faz-se próximo. E o bom samaritano não só se faz próximo, mas cuida do homem que encontra quase morto ao lado da estrada. Jesus inverte a perspectiva: não se trata de reconhecer o outro como um meu semelhante, mas da minha capacidade para me fazer semelhante ao outro. Por isso, comunicar significa tomar consciência de que somos humanos, filhos de Deus. Apraz-me definir este poder da comunicação como «proximidade».
Quando a comunicação tem como fim predominante induzir ao consumo ou à manipulação das pessoas, encontramo-nos perante uma agressão violenta como a que sofreu o homem espancado pelos assaltantes e abandonado na estrada, como lemos na parábola. Naquele homem, o levita e o sacerdote não vêem um seu próximo, mas um estranho de quem era melhor manter a distância. Naquele tempo, eram condicionados pelas regras da pureza ritual. Hoje, corremos o risco de que alguns mass-media nos condicionem até ao ponto de fazer-nos ignorar o nosso próximo real.
 
"Não basta circular pelas 'estradas' digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados". 
Não basta circular pelas «estradas» digitais, isto é, simplesmente estar conectados: é necessário que a conexão seja acompanhada pelo encontro verdadeiro. Não podemos viver sozinhos, fechados em nós mesmos. Precisamos de amar e ser amados. Precisamos de ternura. Não são as estratégias comunicativas que garantem a beleza, a bondade e a verdade da comunicação. O próprio mundo dos mass-media não pode alhear-se da solicitude pela humanidade, chamado como é a exprimir ternura. A rede digital pode ser um lugar rico de humanidade: não uma rede de fios, mas de pessoas humanas. A neutralidade dos mass-media é só aparente: só pode constituir um ponto de referimento quem comunica colocando-se a si mesmo em jogo. O envolvimento pessoal é a própria raiz da fiabilidade dum comunicador. É por isso mesmo que o testemunho cristão pode, graças à rede, alcançar as periferias existenciais.
Tenho-o repetido já diversas vezes: entre uma Igreja acidentada que sai pela estrada e uma Igreja doente de auto-referencialidade, não hesito em preferir a primeira. E quando falo de estrada penso nas estradas do mundo onde as pessoas vivem: é lá que as podemos, efectiva e afectivamente, alcançar. Entre estas estradas estão também as digitais, congestionadas de humanidade, muitas vezes ferida: homens e mulheres que procuram uma salvação ou uma esperança. Também graças à rede, pode a mensagem cristã viajar «até aos confins do mundo» (Act 1, 8). Abrir as portas das igrejas significa também abri-las no ambiente digital, seja para que as pessoas entrem, independentemente da condição de vida em que se encontrem, seja para que o Evangelho possa cruzar o limiar do templo e sair ao encontro de todos. Somos chamados a testemunhar uma Igreja que seja casa de todos. Seremos nós capazes de comunicar o rosto duma Igreja assim? A comunicação concorre para dar forma à vocação missionária de toda a Igreja, e as redes sociais são, hoje, um dos lugares onde viver esta vocação de redescobrir a beleza da fé, a beleza do encontro com Cristo. Inclusive no contexto da comunicação, é precisa uma Igreja que consiga levar calor, inflamar o coração.
O testemunho cristão não se faz com o bombardeio de mensagens religiosas, mas com a vontade de se doar aos outros «através da disponibilidade para se deixar envolver, pacientemente e com respeito, nas suas questões e nas suas dúvidas, no caminho de busca da verdade e do sentido da existência humana (Bento XVI, Mensagem para o XLVII Dia Mundial das Comunicações Sociais, 2013). Pensemos no episódio dos discípulos de Emaús. É preciso saber-se inserir no diálogo com os homens e mulheres de hoje, para compreender os seus anseios, dúvidas, esperanças, e oferecer-lhes o Evangelho, isto é, Jesus Cristo, Deus feito homem, que morreu e ressuscitou para nos libertar do pecado e da morte. O desafio requer profundidade, atenção à vida, sensibilidade espiritual. Dialogar significa estar convencido de que o outro tem algo de bom para dizer, dar espaço ao seu ponto de vista, às suas propostas. Dialogar não significa renunciar às próprias ideias e tradições, mas à pretensão de que sejam únicas e absolutas.
Possa servir-nos de guia o ícone do bom samaritano, que liga as feridas do homem espancado, deitando nelas azeite e vinho. A nossa comunicação seja azeite perfumado pela dor e vinho bom pela alegria. A nossa luminosidade não derive de truques ou efeitos especiais, mas de nos fazermos próximo, com amor, com ternura, de quem encontramos ferido pelo caminho. Não tenhais medo de vos fazerdes cidadãos do ambiente digital. É importante a atenção e a presença da Igreja no mundo da comunicação, para dialogar com o homem de hoje e levá-lo ao encontro com Cristo: uma Igreja companheira de estrada sabe pôr-se a caminho com todos. Neste contexto, a revolução nos meios de comunicação e de informação são um grande e apaixonante desafio que requer energias frescas e uma imaginação nova para transmitir aos outros a beleza de Deus.
Vaticano, 24 de Janeiro de 2014.
Memória de São Francisco de Sales
FRANCISCO


VOCÊ SABIA?


domingo, 1 de junho de 2014

10 MOTIVOS PARA IR À MISSA


Eis a ideia para vocês refletirem ao longo da semana: “10 motivos para ir à Missa aos domingos?”.
Se soubéssemos o que é a Missa não perderíamos sequer uma na nossa vida! O seu valor é tão grande que seria necessário um livro de centenas de páginas para descrevê-lo. Como estas mensagens são curtas, me estenderei um pouquinho desta vez dando dez motivos para irmos à missa todo domingo.
Motivos para ir e amar à Missa:
1. Porque Deus nos pede e Ele sabe o que faz. E nos pede isso porque:
2. Porque a Missa é o momento em que Ele deseja se reunir com todos os seus filhos para rezarem, para se confraternizarem contemplando as ações mais importantes de Cristo na terra: Pregação, Paixão, Morte, Ressurreição e Ascensão de Jesus Cristo aos Céus. E de um modo misterioso e impressionante, Deus atualiza, torna atual, estas ações de Cristo durante a Missa. É como se estivéssemos há dois mil anos atrás lá em Jerusalém.
3. Que consequências isto tem?
* a Paixão e Morte de Cristo faz com que a Missa tenha um valor infinito; qualquer ação de Deus tem valor infinito; muitíssimo mais se esta ação é entregar a vida por nós, derramar até a última gota do seu sangue;
* tendo um valor infinito, obtém de modo inesgotável todo o remédio para a nossa salvação e de todos os homens;
Uma Missa é assim muito mais importante do que o anúncio da cura do câncer; obtém de modo infinitoo remédio para sermos curados de todas as nossas feridas.
* com estas graças infinitas também podemos pedir por todas as necessidades do mundo; a Missa é, portanto, o melhor lugar para pedir tudo o que necessitamos;
* depois: a Paixão e Morte de Cristo são mistérios inesgotáveis onde aprendemos nas ações principais de Cristo o que mais precisamos aprender e contemplar continuamente: quem é Deus, todo o seu amor derramado por nós, sua generosidade sem limites, o que Ele espera de nós etc.
4. Porque todas as graças vêm da Missa. A Missa é a fonte de todas, todas, todas, todas as graças. Todas as graças que recebemos e receberemos na vida vêm da Missa.
* daí que “Um domingo sem Missa é uma semana sem graça”;
* toda semana precisamos de muitas graças: precisamos de força (para enfrentar as dificuldades da vida); de paz interior (diante de tantos problemas da vida); de alegria (diante de tudo que há no mundo que nos puxa para baixo); de amor (que é o nosso grande sonho: amar e ser amado); e onde vamos conseguir estas graças? Na Missa, pois ela é a fonte das graças;
* na Missa podemos colher quantas graças quisermos; depende só de como a assistimos, das nossas disposições: por isso há gente que não leva quase nada da Missa e há gente que leva muitíssima graça, sai da Missa “energizado”.
5. Porque lá nós vamos encontrar a Santíssima Trindade.
6. Porque lá nós vamos encontrar Nossa Senhora e São José, que depois da Santíssima Trindade são as pessoas mais queridas. Quem não gostaria de ter um encontro com Nossa Senhora? Se há um lugar ela está, com toda certeza, é na Missa.
7. Porque é o momento que às três igrejas se unem para rezar e lá ocorre um verdadeiro espetáculo não comparável a nenhum outro na terra.
* na Missa estão todos os Anjos e Santos que estão no Céu;
* estão também as almas do Purgatório; que a assistem com imensa devoção e expectativa de irem ao Céu assim que a Missa terminar;
* lá encontramos nossos parentes que estão no Purgatório e no Céu;
8. Porque é onde recebemos a Comunhão que é o principal alimento da alma.
9. Porque é o momento que os santos mais amavam.
10. Porque, sabendo de tudo isto, só “tonto” não assiste à Missa
Aprofundemos cada vez mais no significado da Missa e nossa vida se encherá de um conteúdo inimaginável!
Uma santa semana a todos!”
Pe. Paulo M. Ramalho
falar.paulo@gmail.com

sábado, 31 de maio de 2014

COROAÇÃO DE NOSSA SENHORA

O mês de maio, mês mariano, mês das mães, foi encerrado com chave de ouro, com muita festa, devoção e fé. As crianças de várias comunidades, no sábado dia 31, ás 19h30 após a Missa fizeram a apresentação de coroação da imagem de Nossa Senhora na Igreja Matriz Santa Marta. Foi uma apresentação muita linda. Muitas crianças cantaram e renderam homenagens a mãe de Jesus. A igreja estava cheia de fiéis. Que Maria nos ajude a "fazer tudo o que Ele disser". 













Bodas de Oliveiras.

Hoje faz 34 anos que o casal Carlão e Valdite se uniram em Matrimonio.
O casal é membro da Comunidade São Cristóvão.

sexta-feira, 30 de maio de 2014

ANDAMENTO DAS OBRAS

As obras do espaço social da Paróquia Santa Marta continuam a todo vapor. 
Hoje começamos montar as tesouras para encaminhar a cobertura. 
É sinal que o povo está participando, pois só é possível construir quando todos colaboram. Não fiquem de fora. Venha você também doar, participar, contribuir. Venha você também fazer parte dessa história.







quinta-feira, 29 de maio de 2014

COMO SUPERAR UMA TRAIÇÃO?


Estou tentando aprender a não confundir as pessoas com o mal que elas são capazes de praticar, e confesso que tem sido uma experiência muito dura.
A verdade – e é maravilhoso saber disso – é que elas não são aquilo que fazem, mesmo que seja um grande bem ou mal.
Maior verdade ainda é que todas as pessoas são fundamentalmente boas. Por isso, caso eu continue as confundindo com o mal ou com o bem que fazem, jamais serei capaz de compreender quem, de fato, elas são.
A partir daí, faço minha escolha! Escolho o que as pessoas são e não o que elas fazem! Texto: Ricardo Sá In: blog da Paróquia Nossa Senhora das Dores 

quarta-feira, 28 de maio de 2014

Frases de Dom Orione

O santo da caridade em suas mais belas frases

Quem tem fé, não tem pressa, sabe esperar a hora da Providência,
Os tempos estão nas mãos do Senhor!

Nós não somos nem queremos ser outra coisa
senão pobres trapos nas mãos do Senhor.

A Pastoral da Juventude em ação.

Neste momento a Pastoral da Juventude se reúne para preparar o encontro do  Grupo de  jovens da Comunidade São Cristóvão. Estão presente na reunião: Dagnaldo,Edirlene,Pedro,Vinícios,Amanda e Ana Beatriz.

Pérolas de São Luís Orione


A invocação de Maria bastará para me fazer vitorioso em todas as dificuldades. Ajudar-me-á para vencer qualquer batalha. 

terça-feira, 27 de maio de 2014

Visita do Papa Francisco à terra Santa.

Papa Francisco e Bartolomeu tem encontro histórico no Santo Sepulcro (Foto: AFP)
Na última segunda-feira (26), o Papa Francisco concluiu sua peregrinação à Terra Santa. A viagem, que teve inicio na manhã de sábado (24), durou três dias e foi marcada por gestos a favor da paz e forte apelo ao diálogo inter-religioso. A visita aconteceu em ocasião do 50º aniversário da viagem de Paulo VI à Terra Santa, e já pode ser considerada uma das mais importantes na região histórica do Cristianismo, por seu caráter inter-religioso e político.


Nos três dias de peregrinação o Papa Francisco cumpriu uma agenda cheia de compromissos oficiais, entre homilias e discursos. O Santo Padre também quebrou protocolos de agenda, como na ocasião em que fez uma parada inesperada e rezou diante do muro da Segregação, construído pelo Estado judeu há 10 anos para separar a Cisjordânia de Israel.

Durante a viagem, o Papa esteve em Amã, capital da Jordânia, Belém, na Cisjordânia, e em Jerusalém, onde visitou construções sagradas para cristãos, judeus e muçulmanos.


ADORAÇÃO A JESUS CRISTO SACRAMENTADO DIA 29 (QUINTA-FEIRA) ÁS 19H30.



“Vocações, testemunho da verdade"

Irmãos e irmãs paroquianos, queridos fiéis da comunidade Santa Marta, pastorais, movimentos, grupos e serviços, a paz de Cristo!
A quinta-feira é um dia especial em toda a Igreja porque os fiéis se voltam de maneira especial a Jesus Sacramentado, adorando-O, glorificando-O e bendizendo-O. É diante Dele, na sua presença que obtemos força e luz na caminhada. 
Você está convidado(a) para neste dia 29, quinta-feira, ás 19h30, adorar ao Senhor da Messe na Igreja Matriz Santa Marta pedindo pelas vocações em nossa Igreja, suas intenções e nos preparando para receber a visita da relíquia do Sangue de São Luís Orione que virá nos visitar em julho. Um homem de fé, modelo de vida de total entrega ao Senhor. 
Vamos rezar e fazer rezar pelas vocações, pela perseverança das vocações.  
Seja bem vindo.  



Pérolas de São Luís Orione



De Maria podemos e devemos esperar tudo. Ela é mãe de Jesus e nossa Mãe!

Mensagem de otimismo.


domingo, 25 de maio de 2014

DEUS ABENÇOE SUA SEMANA


"Construir a paz é difícil, mas viver sem ela é um tormento" (Papa Francisco na Terra Santa)

"Que todo o nosso ser seja ungido com o óleo da misericórdia que cura as feridas dos erros, das incompreensões, das controvérsias" (Papa Francisco na Terra Santa)

sábado, 24 de maio de 2014

PROGRAMAÇÃO DO GRUPO DA RCC

- CONVITE -



PROGRAMAÇÃO DAS ATIVIDADES SEMANAIS DO 

GRUPO DE ORAÇÃO DA RCC - RENOVAÇÃO 

CARISMÁTICA CATÓLICA DA PARÓQUIA SANTA 

MARTA DE BURITIS - RO


Toda terça-feira: 

- santo terço ás 19:00 horas. 

- momento de acolhida com início ao louvor ás 19h30 
- momento de oração de entrega ás 20:00 horas 
- pregação, meditação da palavra de Deus ás 20h10 
- oração de abertura ao espírito santo ás 20h25 
- testemunhos dos fiéis e avisos ás 20h45 
- 21:00 benção final

Seja bem vindo! Deus te abençoe! 

REFLEXÃO DA LITURGIA DOMINICAL 25 DE MAIO DE 2014


6º Domingo da Páscoa, 25 de maio de 2014, Ciclo A 


1ª Leitura - At 8,5-8.14-17 (Impuseram-lhes as mãos, e eles
receberam o Espírito Santo.)

Salmo - Sl 65,1-3a.4-5.6-7a.16.20 (R.1.2a) (R. Aclamai o Senhor Deus, ó terra inteira, cantai salmos a seu nome glorioso! Ou: Aleluia, Aleluia, Aleluia)

2ª Leitura - 1Pd 3,15-18 (Sofreu a morte na sua existência humana,
mas recebeu nova vida pelo Espírito)

Evangelho - Jo 14,15-21 (Eu rogarei ao Pai e ele vos dará outro Defensor.)



Ideia principal: 
Com este domingo começamos um pequeno Advento de preparação à Solenidade de Pentecostes, quando Cristo nos enviará o seu Espírito como Consolador ou Paráclito.

Resumo da mensagem:
A Igreja se prepara para celebrar nas próximas semanas os mistérios da Ascensão do Senhor (próximo domingo) e de Pentecostes (em quinze dias), cume do supremo mistério do Tríduo Pascal, a Paixão, Morte e Ressurreição de Cristo. Nada mais apropriado do que esta passagem do sermão de despedida do Senhor para preparar os nossos corações para estas solenidades. Sermão que constitui o testamento de Jesus, como broche de ouro de toda a sua pregação aqui na terra, para transmitir aos seus discípulos prediletos os mistérios mais profundos do evangelho e enchê-los do Consolo do Espírito Santo.

Pontos da ideia principal:
Em primeiro lugar, a primeira leitura de hoje, onde se narra a vinda do Espírito Santo sobre a comunidade de Samaria pela oração e pela imposição das mãos de Pedro e João, é um convite para todos nós para esperar e desejar a vinda do Espírito Santo em Pentecostes. Porém, quem é o Espírito Santo que devemos esperar com ânsia e na oração? Cristo nos diz hoje que é Paráclito ou Consolador (evangelho). O Espírito Santo não só é luz e conselho. Nem somente força. O homem tem necessidade, sobretudo, de consolo para viver. Muitas vezes estamos inquietos, sentimos a solidão, o cansaço; temos medo do futuro e os amigos nos falham.

Em segundo lugar, este consolo de Deus se encarnou primeiro em Jesus. Passou toda a sua vida pública consolando todo tipo de sofrimento, físicos e morais, e pregando o consolo das bem-aventuranças: “Felizes os pobres, os misericordiosos, os famintos e os sedentos, os sofridos...”. E antes de partir deste mundo, Jesus pediu ao Pai que nos mandasse outro Consolador, que permanecesse sempre conosco como Doce Hóspede. Este outro Consolador é o Espírito Santo, o Espírito de Jesus, terceira pessoa divina da Santíssima Trindade, que mora dentro de nós consolando as nossas tristezas, curando as nossas feridas e ajudando-nos a sofrer fazendo o bem (segunda leitura).

Finalmente, o que devemos fazer para receber o Espírito, como Consolo de Deus?
Temos que chamá-lo, pois Paráclito significa em passivo grego “aquele que é chamado em defesa”, aquele de quem se busca o Consolo. Quantas vezes procuramos outras fontes de consolo, procuramos cisternas quebradas como podem ser as riquezas, os prazeres, as distrações mundanas e mil futilidades, ou mendigamos consolos humanos que não nos consolam a alma e o coração, mas que nos deixam mais feridos e vazios! O Espírito Santo é o autêntico Consolo que necessitamos nesta vida que às vezes parece tão cruel, tão sem sentido, tão injusta. Que bonito seria que depois de encher-nos desse Consolo de Deus na oração sejamos também nós paráclitos para os nossos irmãos, isto é, pessoas que sabem aliviar a aflição, confortar a tristeza, ajudar a superar o medo e dissipar a solidão.

Para refletir: busco na minha vida o Consolo de Deus ou o consolo do mundo? Sou também consolo e paráclito para os meus irmãos ou motivo de angústia, tristeza e pecado?

Comentário do Pe. Antonio Rivero, L.C. sobre a liturgia dominical
Fonte: zenit.org






sexta-feira, 23 de maio de 2014

PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE


(Dia 10 de julho, ás 19h30, acontecerá na Igreja Matriz Santa Marta a missa de acolhida da relíquia de São Luís Orione) 

Lírios e estrelas te oferecemos, ó Maria! 
Lírios para acariciar os teus passos, estrelas 
para o diadema que cinja tua fronte virginal!

PAPA FRANCISCO VISITA A TERRA SANTA

De 24 a 26 deste mês o nosso querido Papa estará na Terra Santa. Rezemos pelo bom êxito da sua visita!


A vocação cristã é permanecer no amor de Deus

Homilia do papa na Casa Santa Marta: a vocação cristã é permanecer no amor de Deus


O Santo Padre nos lembra: O amor por Jesus nos leva a cumprir os mandamentos de maneira natural


CIDADE DO VATICANO, 22 de Maio de 2014 (Zenit.org) - A alegria é "o selo do cristão", inclusive nas dores e nas tribulações, afirmou o Santo Padre na missa desta manhã, celebrada na Casa Santa Marta. O papa reiterou que é impossível que um verdadeiro cristão seja triste e destacou que é o Espírito Santo quem nos ensina a amar e nos enche de alegria.

Francisco recordou que, antes de subir ao céu, Jesus falou de muitas coisas, mas enfatizou "três palavras-chave": paz, amor e alegria.

Sobre a paz, Jesus "dizia que não nos dá a paz do jeito que o mundo a dá": Ele nos dá uma "paz para sempre". Sobre o amor, recordou Francisco, Jesus disse muitas vezes "que o seu mandamento era amar a Deus e amar o próximo", deixando-nos quase um "protocolo", em Mateus 25, "sobre os aspectos em que todos seremos julgados". Assim, o papa observou que, "sobre o amor, Jesus nos diz uma coisa nova: 'não apenas amar, mas permanecer no meu amor'".

O pontífice explicou que "a vocação cristã é isso: permanecer no amor de Deus, respirar, viver desse oxigênio, viver desse ar. E como é o amor? 'Como o Pai me amou, assim também eu vos amei'. Um amor que vem do Pai. A relação de amor entre Ele e o Pai é também uma relação de amor entre Ele e nós. E Ele nos pede permanecer nesse amor, que vem do Pai".

"Uma paz que não vem do mundo, mas do Pai". Francisco ressaltou também a exortação de Jesus: "Permanecei no meu amor". O sinal de que nós "permanecemos no amor de Jesus", destacou o papa, "é cumprir os mandamentos". Não basta segui-lo. "Quando nós permanecemos no amor, os mandamentos vêm sozinhos, vêm do amor". O amor "nos leva a cumprir os mandamentos naturalmente. A raiz do amor floresce nos mandamentos", que são "como o fio" que une uma "corrente: o Pai, Jesus, nós".

O pontífice falou também da alegria: "a alegria é como o selo do cristão. Um cristão sem alegria ou não é cristão ou está doente. Não há outra possibilidade! A saúde não está boa! A saúde cristã. A alegria! Uma vez eu disse que existem cristãos com cara de pimentão no vinagre... Sempre com a cara assim! A alma também está assim, e isso é feio! Não são cristãos. Um cristão sem alegria não é cristão. É como o selo do cristão, a alegria. Inclusive nas dores, nas tribulações, nas perseguições".

Fazendo referência aos primeiros mártires, Francisco recordou que se dizia que eles iam para "o martírio como se fossem se casar". É a alegria do cristão "que conserva a paz e conserva o amor". Paz, amor e alegria são as "três palavras que Jesus nos deixa". E essa paz e esse amor nos são dados pelo Espírito Santo.


A propósito do Espírito Santo, Francisco observou que Ele é "o grande esquecido da nossa vida". Por isso, ao terminar a homilia, o pontífice afirmou: "Eu gostaria de lhes perguntar... Mas não vou perguntar... Quantos de vocês rezam ao Espírito Santo? Não levantem a mão... Ele é o grande esquecido, o grande esquecido! E Ele é o dom, o dom que nos dá a paz, que nos ensina a amar e que nos enche de alegria. Na oração, nós pedimos isto a nosso Senhor: 'Conserva o teu dom'. Pedimos a graça de que nosso Senhor conserve o Espírito Santo em nós. Que o Senhor nos dê essa graça: de conservar sempre o Espírito Santo em nós, esse Espírito que nos ensina a amar, que nos enche de alegria e que nos dá a paz".

quinta-feira, 22 de maio de 2014

MÚSICA

Sou teu Anjo (Anjos de resgate)


PENSAMENTOS ESPIRITUAIS DE SÃO LUÍS ORIONE

Dá-nos ó Mãe, o amor de Jesus acima de tudo e força de vontade para seguir vigorosamente a Cristo. 






Curiosidade sobre São Luís Orione.
Foi apelidado de o padre das panelas furadas porque ele promoveu a
 campanha de recolhimento de panelas velhas de cobre para confeccionar uma
imagem de Nossa Senhora. Missão cumprida.
A imagem existe até hoje. Encontra-se no Santuário de Nossa Senhora da Guarda
em Tortona na Itália. A construção do Santuário foi animada também por ele.
Foi um grande sacerdote devoto de
 Maria, a mãe de Jesus. 

ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO

Você está convidado(a) para todo dia de quinta-feira ás 19h30 horas na Igreja Matriz Santa Marta ou em sua comunidade participar da ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO, Jesus Cristo na EUCARISTIA. Jesus é nosso alimento, nossa força. 


MISSA E ADORAÇÃO AO SANTÍSSIMO SACRAMENTO 
HOJE, DIA 22, ÁS 19H30 NA IGREJA MATRIZ SANTA MARTA
Seja bem vindo.